Parágrafo sobre o texto "Magia além da ignorância"
No texto "Magia além da ignorância" de Baltazar e Cabral Filho, é feita uma análise a respeito das diferenças entre "arte interativa" e "arte não-interativa", tendo como base os diferentes conceitos de "magia" ao longo do tempo. Inicialmente, os autores tratam da magia como ferramenta utilizada pelo homem para compreender a realidade e os fenômenos da natureza que vivencia. No entanto, com o surgimento das explicações técnicas e advento das novas tecnologias, magia tornou-se o fascínio por aquilo que não pode ser totalmente compreendido (no caso, a caixa-preta tratada por Flusser). O desafio proposto pelos autores está em explorar, cada vez mais, a magia que surge como fruto da experiência interativa do espectador com a obra, abrindo espaço para a criação de situações únicas e sem planejamento prévio. Para isso, é preciso haver um enfoque na interface dos objetos e espaços criados, de modo que convidem o espectador a criar (interface virtual), e não somente explorar algo pré-determinado (interface digital).
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